Me livrei!!!
Mais um semestre ileso.
Vamos para o quinto da série de torturas e desesperos baseados em coisas que nunca ouvi falar mas que sabia que não me faziam falta alguma!
Calma... brincadeira.
Faculdade é sempre legal.
Ainda mais com uma turma igual à minha.
Mais adiante começarei a discorrer sobre o nada que povoará minhas férias, bem como a leitura que iniciei dos livros da série Twilight (Crepúsculo aqui no Brasil).
E lá vamos nós mais uma vez...
Eu sei, eu sei que ando meio relapso quanto à conservação deste espaço, mas as coisas em minha vida andam corridas.
Não que eu esteja reclamando, meus dias têm durado em média 15 minutos, o que é extremamente gratificante.
Hoje tenho um exame de Engenharia de Software pelo cornos e preciso tirar no mínimo 4 em uma prova que vale 10.
Pode até parecer fácil em primeira estância, mas a mulher que nos passa o conhecimento desta área deixou a classe inteira de exame, ou melhor, quase a classe inteira.
O único que fiquei sabendo que escapou da degola teve o privilégio por um descuido na correção da prova do primeiro bimestre, ou seja, deveria estar sambando o samba do crioulo doido junto conosco também.
Mas, sorte dele que está livre da pindaíba em que nos meteremos mais tarde.
Depois conto como foi.
Me impressionam alguns idiomas.
O Inglês, que domino, me é caro pelas músicas que ouvia quando criança e ouço até hoje.
O Italiano, que não entendo muito bem, me arremete sempre à situações onde falar de amor, é uma língua linda para canções românticas.
O Espanhol, língua que me traz dificuldades além de me irritar, não entendo, me soa agressivo, me incomoda profundamente.
O Alemão, me parece, deve ser uma ótima língua para se gritar, discutir, mas não para filosofar, segundo Caetano Veloso, com o que acho que devo concordar.
O Francês, é uma língua latina que me traz uma sonoridade estranha aos ouvidos, soa para mim como se tivesse erres demais da conta, mas para palavrões parece ser ótimo.
O Japonês realmente me fascina, já que fico procurando termos em seus textos e canções que poderiam me lembrar de algo no português, mas não consigo, acho que nunca conseguiria ser fluente em japonês... se bem que nunca tentei tal proeza.
O Chinês não parece uma língua, há resmungos, vogais distendidas, gritos contidos e expressões faciais a serem usadas na comunicação, estranho mesmo.
O Árabe me vem aos ouvidos como se seus interlocutores estivessem limpando a garganta constantemente.
Das outras línguas perdidas pelo mundo não tenho o que falar, meu contato com elas é muito pequeno para que eu pudesse formar minha opinião.
Adoro o Português, adoro lê-lo, escrevê-lo e tentar falá-lo corretamente.
É sempre um desafio, e muito mais complicado do que se pensa se expressar de maneira coerente, seja lá em que língua for.
Estou aprendendo isso ainda... um dia eu chego lá.
Quanto mais penso que entendo algo me vem uma certeza enorme de que nunca saberei o suficiente sobre coisa alguma.
Pensar é premissa de poucos, já entender, de uma minoria que não sei se existe.
Quantos de nós conseguimos entender a importância de manter-se insignificante?
A inveja dos ignorantes é sempre direcionada aos diferentes.
Inteligência, carisma e talento, ou o indivíduo nasce com, ou morre sem.
Há gente que não consegue dar o mínimo pelas máximas.
Há chavões que não abrem porta alguma.
Não me venha dizer que você nunca riu de si! Ter senso de humor para consigo mesmo é necessário para que se possa aceitar o convício em sociedade... ninguém é normal, meu caro... nem você!
Nunca quis ser enquadrado em padrões aceitos pela sociedade chata e hipócrita, uma vez que tenho a necessidade de ser honesto (às vezes em excesso), comigo e com os que me cercam. Nunca ambicionei ser um bom menino.
A embalagem usada para se vender algo que não existe é o artifício mais inteligente que pessoas sem escrúpulos podem usar para iniciar um relacionamento amoroso.
“As imagens não falam por si neste caso”.
Fosse eu falando da vida das baratas radioativas de Chernobil, até que a frase acima caberia, pois como as baratas não falam (ainda!), e possuem nuances de suas vidas baratescas ainda obscuras até para quem dá importância às ditas, daria pra aceitar.
Mas o nosso querido presidente Molusco, falando isto quando inquirido a respeito do escândalo do Mensalão do DEM em Brasília, onde aparece um dito acessor, conversando com o Governator de Brasília e recebendo uma graúda importância em dinheiro vivo (à título de propina, óbvio), e enfia o dinheiro em todos os orifícios que sua vestimenta proporciona, é demais.
Nunca vi nada tão explícito nessa área até agora... e olha que a gente já viu bastante coisa deste naipe por aqui.
Madonna mia!
O que falta pra essa gente começar a ser presa?
O que falta pra esse povinho passar a eleger gente que presta?
Será que o jornal deles diz coisas diferentes do que os que eu leio diariamente?
Não sei, não sei, não sei.
Mas me impressiona como a impunidade neste país pode ser a única coisa que evolui no campo da política.
Em dias em que a Geisy vira símbolo sexual com direto à convite da Playboy brasileira (a edição americana não se prestaria à uma estapafúrdia dessas), chama-me a atenção dada à imprensa dada à uma piada solta por um de meus ídolos, Robin Williams, no programa de entrevistas de outro ídolo meu, Dave Letterman.
Ele disse que a escolha da sede Olímpica de 2016 foi uma covardia, pois enquanto Chicago mandou Michele Obama e Ophrah Winfrey o Brasil mandou 50 stripers e meio quilo de pó.
Foi o suficiente para os patrulhadores da moral e bons costumes destilarem sua indignação... coitados.
Essa mania de exercermos nosso complexo de vira-latas me irrita.
Foi uma piada, ó idiotas da objetividade!
O humorismo não tem de ter limites, não tem de ter amarras, não tem de ser politicamente correto.
Morremos de rir quando eles tiram sarro de suas mazelas, mas não toleramos que eles façam o mesmo com as nossas?
Já me irritou profundamente a celeuma levantada pelo episódio dos Simpsons sobre o Brasil onde os personagens eram assaltados no Rio e atacados por um bando de macacos se não em engano.
Dá-me um tempo!
Que nosso povo se indigne com essa corja política que vai deitar e rolar em orçamentos superfaturado para obras faraônicas “em nome do esporte”!
Aqui se desperdiça energia com o que não tem importância e deixa-se de lado aquilo pelo qual deveríamos entender para não falarmos bobagem.
Ê povinho bunda!
Esse final de ano será algo de surreal (não dá raiva quando a gente está a ler um texto e aparece uma palavra destas no caminho?) em minha vida.
Muitas mudanças ocorreram, perdi muito, ganhei algo, preciso de mais.
Tenho certeza de que consertarei as coisas, como sempre fiz em todas as épocas de mudanças em minha vida.
Acho mesmo que sou um cara de sorte, pois descobrir nesta fase de minha vida que tinha habilidades que nunca tinha posto em prática e conseguir colher frutos em cima disto, é mesmo algo prazeroso.
Fiz novos amigos, re-encontrei alguns velhos, reuni forças para poder me erguer, andar, seguir em frente.
Acabei por descobrir coisas novas, aprimorar o que tenho de bom, aprender o que não sei e me aproximar daquilo que nunca deveria ter me afastado: eu mesmo.
Não é fácil.
Mas estou disposto a enfrentar tudo isso mais uma vez, agora com disposição renovada por fatos novos, com a cabeça funcionando melhor, livre da depressão que me rondava e que teimava em minar minha vontade.
Não sei o que vai acontecer, não quero saber o que vai acontecer, meu destino está aberto, minhas possibilidades são muitas, o livre arbítrio se apresenta de maneira clara à minha frente.
Vou em frente, morro quando tiver tempo para tanto.
Bom, passei em Linguagem de Programação 2 (não me perguntem como, sou nó cego de pai e mãe em programação), um enorme peso a menos na bagaça que esse curso de Sistemas de Informação para alguém na minha idade e com o tanto de paciência que ainda me resta.
Ainda tenho um exame pela frente, de Engenharia de Software, se bem que nem dá pra considerar um exame, pois a mulher deixou todo mundo pra fazer essa prova fora de época.
Pra não dizer todo mundo acho que da turma toda, só dois alunos não farão o dito exame, um deles por ter tido a sorte de levar vantagem em uma correção errada feita pela Tia que dá aula pra gente (que Tia, Júnior? A mulher é mais nova do que você!).
Bom, semana que vem, quinta-feira, dia 10 de Dezembro estaremos lá pra fazer a dita prova e depois podermos esticar até a pizzaria mais próxima e mangia che te fa bene!
Depois do exame eu digo se a coisa se prolongou mais ainda ou se acaba semana que vem.
Mas como podemos ser o que não queremos se quando queremos ser o que podemos não temos como querer aquilo que poderíamos?
Não sei o que me faz ser o que sou em nem presto atenção àquilo que faz os outros serem o que são.
Há como descobrir coisas que não tem sentido em continuar cobertas?
As opções abertas em um diálogo são diretamente proporcionais à quantidade de assuntos pertinentes que são ignorados durante uma conversa.
Falo, penso, existo... ou existo para falar que penso?
Não há como ser são em um mundo em que a loucura se faz necessária para que possamos dar sentido àquilo que nos rodeia.
Composição: Jon Bon Jovi / Richie Sambora / Brett James
It might be hard to be lovers
But it's harder to be friends
Baby pull down the covers
It's time you let me in
Maybe light a couple candles
I'll just go ahead and lock the door
If you'll just talk to me baby
Till we ain't strangers anymore
Lay your head on my pillow
I'll sit beside you on the bed
Don't you think it's time to say
Some things we haven't said
It ain't too late to get back to that place
Back to the way, we thought it was before
Why don't you look at me
Till we ain't strangers anymore
Sometimes it's hard to love me
Sometimes it's hard to love you too
I know it's hard believing
That love can pull us through
It would be so easy to live your life
With one foot out the door
Just hold me baby
Till we ain't strangers anymore
(Solo)
It's hard to find forgiveness
When we just turn out the lights
It's hard to say you're sorry
When we can't tell wrong from right
It would be so easy to spend your whole damn life
Just keeping score
So let's get down to it baby
There ain't no need to lie
Tell me who you think you see
When you look into my eyes
Let's put our two hearts back together
And we'll leave the broken pieces on the floor
Make love with me baby
Till we ain't strangers anymore
We're not strangers anymore
Pode ser difícil sermos amantes
Mas é mais difícil sermos amigos;
Querida, levante os lençóis!
Está na hora de me deixar entrar,
Talvez acender algumas velas;
Eu apenas irei trancar a porta;
Se você ao menos conversasse comigo
Até deixarmos de ser estranhos.
Coloque a cabeça em meu travesseiro,
Eu sentarei ao seu lado na cama;
Você não acha que está na hora
De dizermos algumas coisas que não foram ditas?
Nunca é tarde para voltar àquele lugar,
De volta pelo caminho que nós estávamos;
Por que você não olha para mim
Até deixarmos de ser estranhos?
Às vezes é difícil de me amar,
Às vezes é difícil de te amar também,
Eu sei que é difícil de acreditar
Que o amor pode nos salvar;
Seria tão mais fácil viver sem problemas
Com um pé fora da porta
Então apenas me abrace, querida
Até deixarmos de ser estranhos.
(Solo)
É difícil encontrar o perdão
Quando apagamos as luzes;
É difícil dizer o quanto se está arrependido
Quando não diferenciamos o certo do errado;
Seria tão mais fácil passar a vida inteira
Apenas acertando;
Então vamos resolver isso,
Não há razão para mentirmos.
Me diga quem você vê
Quando você olha em meus olhos;
Vamos unir os nosso corações novamente,
E deixaremos os pedaços quebrados no chão.
Faça amor comigo, querida
Até deixarmos de ser estranhos,
Nós não somos mais estranhos
Confesso a vocês que me assustei quando soube de um blogueiro do Ceará que foi condenado a pagar R$16.000,00 de indenização a uma pessoa que foi citada em seu blog, não por ele, mas por um freqüentador que resolveu dar um pitaco em um post.
Sei lá... acho muito estranho que uma opinião pessoal a respeito de outrem possa gerar tamanha confusão.
A justiça de nosso país que não consegue colocar um político corrupto na cadeia, nem tão pouco fiscalizar o mal uso de nosso dinheiro pela classe eleita de Brasília, conseguiu condenar um pé-rapado a pagar essa grana toda para uma pessoa que se sentiu ofendida por um comentário de terceiros no blog do rapaz.
E a pessoa que moveu a ação é justamente uma freira!
Não é esse pessoal religioso que prega o perdão em todos os âmbitos, até para assassinos?
Há coisa que me recuso a engolir.
A gente pode perdoar sim, mas temos nosso preço.
Pelo perdão do blogueiro cobramos R$16.000,00 e não se fala mais nisso.
É bom eu parar por aqui se não daqui a pouco alguém resolve me processar por pensar...
Podem me criticar... mas adoro escrever sobre política e economia... isso é pecado?!
Deve ser.
São assuntos chatos para a maioria, mas me fascinam demais.
Afinal de contas, o mundo financeiro tornou-se um enorme organismo com tentáculos inúmeros cobrindo o globo terrestre completamente.
Todos os continentes estão sujeitos às intempéries escabrosas causadas por boatos que podem, ou fazer você ganhar milhões, ou perder tudo na mesma proporção.
A rapidez com que as coisas acontecem neste mundo informatizado e globalizado me deixam cada vez mais ligado na fragilidade proporcionada por esse cenário abstrato que pode afetar a vida de milhões no mundo real.
O progresso tem o seu preço.
Ele é alto.
Mas os gigantes, culpados por essa celeuma, cobram a conta dos minúsculos.
Mesmo sendo difícil entender aquilo que nos é corriqueiro, perdemos muito tempo explicando coisas que deveriam passar despercebidas.
Por que temos de se mais do que gostaríamos ou mesmo gostar menos do que podemos ser?
Amo o amor da minha vida quando ele está longe, quando ele está perto, deliro em suspiros, toques e beijos desesperados pelo tempo que urge e me faz querer ficar assim para sempre.
Você sabia que não devia saber o que descobriu inafortunadamente por bisbilhotar aquilo que não é da sua conta?
Não acredito em previsões. Se prever o futuro fosse algo possível, não haveria razão para que o livre arbítrio fosse inserido no contexto de nossas vidas.
Outra sobre o tema: só nos é permitido saber o futuro quando ele não deve acontecer.
Não se deixe levar por pessoas que acham que sabem mais de você do que você mesmo.
Te amo, moça. Não sei o porque disso, só sei que é muito bom e quero viver assim por um booooooooom tempo.
Nem precisamos mais falar da chatíssima briga pelo dinheiro que ainda não existe mas que todo mundo quer e acha que vai conseguir.
Nem vou falar que essa grana que ainda nem apareceu já está a ser usada como moeda de troca para que se angariem apoios, conchavos e alianças para as eleições do ano que vem.
Não, vou falar da segunda onda que pode atingir a economia mundial, dessa vez com mais impacto no Oriente Médio.
Foi só os areiosos xeiques de Dubai acenarem com um calote de 59 bilhões de dólares para que o povo das bolsas orientais e européias entrassem em pânico e as ações despencarem.
Aqui no Brasil não se sabe ainda como vamos enfrentar mais essa bolha que, como a outra, também tem sua origem no mercado imobiliário.
Provavelmente hoje, 27/11/2009, à tarde tenhamos uma dimensão mais apurada daquilo que nos espera como parte neste latifúndio de erros.
A princípio, se confirmar-se mesmo o pedido de moratória por parte da maior holding de Dubai, a batata assa nas mãos de graúdos bancos europeus credores dos meninos fazedores de Oasis artificiais.
Agora... vai você esquecer de pagar um café na padoca da esquina pra ver o que te acontece...
Deixar de pagar 59 bi em dólares vá lá, a gente entende... agora... deixe você de pagar um real pra ver se tu não vai em cana, ó meliante!!!
Virou moda mesmo descer a lenha no tal do presidente daquele paizinho localizado na América do Norte, entre o Canadá e o México.
Analisando de longe, beeeeem de longe, me parece que o cara está segurando em um rabo de foguete sem precedentes e está pagando alto o preço de ser, supostamente, o homem mais poderoso do planeta.
Pelo que vemos aí ele tem o nosso Molusco presidente em bom conceito (já esteve com ele 5 vezes!), mas os asseclas Brazukas andam a se dizer decepcionados com o Presidente Estadunidense.
Não sei se isso pode ser considerado como verdade ou se é só um oportunismo deslavado pela falta de (muita) atenção a ser dispensada à América que não fala inglês.
Explico: o tal do Obama está com o cobertor curto, cobre a cabeça, descobre os pés e vice-versa, quando ele cobre a cabeça pisam no pé dele, quando protege o pé tem gente querendo lhe furar os olhos.
Ser dono do mundo não á tarefa fácil, ainda mais em tempos de crise financeira mundial nascida em seu quintal.
Muita coisa pra resolver, o próprio povo daquele país anda já a olhar desconfiado para o dito depois de tê-lo elevado a condição de divindade que resolveria num estalar de dedos, todos os problemas do mundo e, principalmente dos EUA.
Nem uma coisa, nem outra.
Mas deve ser mesmo muito chato ver seus vizinhos reclamando que você não dedica mais o tempo que seus antecessores dedicavam a eles, sem sequer tentar reconhecer que você está a trabalhar demais.
Como nesse meio ninguém dá seu ponto sem nó, muita coisa ainda vem por aí.
Sabem aquelas crianças que vão testando seus limites pra ver até aonde a paciência dos pais chega?
É mais ou menos isso.
Daqui a pouco chamam ele de feio aí eu quero ver.
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